quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O pensamento iluminista e as revoluções burguesas: Inglaterra, França e Estado Unidos.

O pensamento ilumista ocorreu por volta do século XVIII foi iniciado por um grupo de pensadores que se juntavam a favor da felicidade do homem que influenciou de fato as lutas dos trabalhadores por seus direitos, luta essa que ficou conhecida como revolução burguesa, assim vindo de origem da França, a revolução francesa e espalhada por Inglaterra e Estados Unidos.
Levantando questões filosóficas que pensavam a condiçaao e a felicidade do homem, o movimeno iluminista atacou sistematicamente tudo aquilo que era considerado contrário a busca felicidade, da justiça e da igualdade social. Dessa maneira os iluministas bateram de frente, atacaram todas coisas contrarias ao pensamento deles, uma nova aliança iniciava-se em busca de direitos do povo, para todos serem redigidos por leis e ser tratados por iguais todos na mesma medida da lei, trazendo assim a felicidade de muitos que não tinham liberdade, que eram tratados como máquinas que seu trabalho era so aquilo e pronto, como se fossem auxiliares doo poder, que só merecia receber ordens e executas, vivendo em uma mesmice.
por isso que o pensamento iluminista inffluenciou nas lutas de um povo leigo passando para uma nova fase, começando a ter conhecimentos e proteção dai então começa as revoluções burguesas dando fim ao antigo regime e trazendo a instalação das doutrinas liberais. Sendo assim, os processos que consolidam o poder econômico da burguesia, com sua ascensão ao poder politico. por meados dos séculos XVII e XVIII, a luta que a burguesia alcansava como uma classe social revolucionaria destruindo o poder feudal consolidando o capitalismo e transformando o estado em um verdadeiro grupo politico composto para atender a sociedade e seus interesses. As chamadas revoluções burguesas foram: as Revvoluções inglesas (Puritana e Gloriosa), a independência dos EUA, a revolução industrial e a Revooução Francesa.
Os pensamentos iluministas e as revoluções burguesas influenciaram em tudo nos dias  de  hoje: as lutas dos trabalhadores, a busca dos direitos , a luta a igualdade social, direitos trabalhistas liberdade de expressão e todas as outras lutas contra os preconceito  de desigualdade... porém esses dois fatos influenciaram e muito em todos os nossos direitos e prioridade social.


Autora: Joana D'Arc Santos da Silva 3º Ano

Construção da América Portuguesa –Administração colonial e seus conflitos.

Entre 1500 e 1530 a exploração da América portuguesa restringiu-se à exploração de pau-Brasil. O método adotado foi a concessão: aquele que explorava a madeira, chamado arrendatário, pagava à coroa um imposto conhecido como quinto. Além disso, foram construídas feitorias fortificações temporária para o estoque da madeira, e por meio do escambo, os índios serviam como mão de obra. Desde seu início, a exploração da América portuguesa teve um caráter basicamente predatório.
Em 1548 o governo da América Portuguesa foi centralizado pelo Rei D. João III, com a nomeação de um governador-geral, que passou a superintender na totalidade das capitanias. Toda a América do sul Portuguesa passou a constituir, então, uma única unidade administrativa, chamado Estado do Brasil.
Durante os séculos de colonização portuguesa no Brasil, modificou se profundamente o modo de vida dos indígenas, alterou se o meio ambiente criaria se novas relações sociais e econômicas. Apesar de o povoamento ter se concentrando nas regiões litorâneas, os europeus avançaram pelo interior do território.

Esse avanço foi marcado por lutas, tanto pela posse de terra quanto de riquezas naturais. Todo o litoral brasileiro sofreu impacto ambiental, pois, os portugueses chegaram pelo Oceano, e habitaram lugares costeiros, como regiões na Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, desmatando quase toda a vegetação de Mata Atlântica ali presente. Chamamos de monocultura o tipo de exploração agrícola que tem como base a produção de um único tipo de produto. Normalmente ela está associada ao que chamamos de latifundiários, que são os donos de grandes extensões de terras. As grandes propriedades da colônia viviam da prática da monocultura, e se voltavam para a prática do mercado externo, utilizando de mão-de-obra escrava para poder suprir a demanda. Essa mão ­de ­obra era inicialmente indígena, vindo a ser trocada pelos negros africanos posteriormente.

Autora: Joana D'Arc Santos da Silva 3ºAno

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Brasil Império: Emancipação Política e a do Estado brasileiro

O período do Brasil Império teve início em 1822, com a proclamação da Independência, e durou até 1889, quando foi instaurada a República
O Brasil passou por uma série de transformações ao longo sua história. Quando observamos o campo político, o que possibilitou uma grande influência de forma considerável o comportamento da sociedade brasileira que estava sendo dominada, no início, por Portugal, que era metrópole, e administrava o nosso país desde a época da colonização até o período imperial. Após o processo colonialista brasileiro, o nosso país passou por modificações quanto à presença portuguesa.
Essa época pós-colônia foi chamada de império que, por sua vez, teve três divisões: Primeiro reinado, Período Regencial e Segundo Reinado.
Primeiro Reinado: O primeiro Reinado foi o nome dado para o tempo em que Dom Pedro I governou o Brasil com o titulo de Imperador. O Primeiro reinado durou apenas nove anos, teve inicio no dia 7 de setembro de 1822 e terminou em de abril de 1831. O período do primeiro reinado trouxe muitos prejuízos para o país, pois ocorreram diversas crises econômicas, financeiras, sociais e políticas.
Período regencial: Para se ter um maior controle no modo de administração do território no período imperial, teve-se a idéia de criar duas divisões Regência trina Permanente e Regência trina provisória, sendo que as duas não aconteceram ao mesmo tempo.
O objetivo maior da criação dessas regências trinas era que houvesse uma continuidade na organização administrativa quando da ausência do imperador (em caso de morte ou abolição do poder por parte do mesmo).
Segundo Reinado: Diante de várias transformações de pessoas que faziam parte do governo (deputados, senadores, dentre outros), e a partir de uma centralização por parte de Pedro II, sentiu-se a necessidade de se pensar no modo administrado.
Como o conservadorismo era o que mais interessava ao imperador Pedro II, o liberalismo não tinha muito espaço e era por muitas vezes inferiorizada pelo monarca.
Fim do Império:
As mudanças econômicas e sociais a partir da metade do século XIX levaram à proclamação da República. A Guerra do Paraguai (1864-1870), que obrigou o Brasil a contrair empréstimos vultosos e provocar um desequilíbrio financeiro, acirrou a insatisfação com o regime monárquico. Além disso, a classe média formada por  profissionais liberais, funcionários públicos, estudantes [...] queria mais liberdade e poder de decisão. A sucessão do trono também era questionada, já que D. Pedro II tinha apenas filhas mulheres.
A abolição da escravatura também colaborou para o fim do Brasil Império, que perdeu importante apoio das elites agrárias, prejudicadas com a decisão do governo de não indenizá-las de acordo com o número de escravos alforriados.
Dom Pedro II, que estava em Petrópolis durante os acontecimentos, voltou à corte para tentar formar um novo ministério, sem sucesso. Um governo provisório foi constituído, com o marechal Deodoro da Fonseca no comando.

Daí no dia 15 de novembro ocorreu um levante político-militar mais conhecido como Proclamação da república e no dia 17 de novembro, sob forte esquema de segurança, Dom Pedro II, que decidiu não se opor ao movimento, partiu com a família para a Europa.
Autora: Joana D'arc Santos da Silva 3º Ano

Construção da América Portuguesa

EREM CÂNDIDO DUARTE










Trabalho apresentado à disciplina História como parte do pré-requisito de progressão da aluna: Ana Beatriz Barbosa da Costa 3º ano A.





RECIFE

JULHO/2014



A CONSTRUÇÃO DA AMÉRICA PORTUGUESA: A ADMINISTRAÇÃO COLONIAL E SEUS CONFLITOS


1.           O que eu sabia.

Que a construção da América foi possível graças às grandes navegações dos países ibéricos, Espanha e Portugal. Que por sua vez tiveram vários conflitos territoriais de demarcações de território.

         O presente trabalho enfatiza o processo de ocupação do território dominado pelos portugueses, por diversos grupos de povoadores que deram origem à formação das sociedades ameríndias, bem como o achamento e os primeiros contatos entabulados entre os seus habitantes e os Portugueses. Analisa as consequências do início do processo de colonização (1534), que se encontra na gênese dos seculares conflitos com a “Gente da Terra”, nomeadamente pela disputa do território, pelas repetidas tentativas de utilização forçada da mão-de-obra masculina indígena em trabalhos agrícolas e, também, pelas interferências no modo de vida, na organização social e no sistema de crenças das populações brasílicas. Os antagonismos gerados encontram-se na origem do recurso à importação, em larga escala, de escravos africanos.
         A disputa entre os povos ibéricos encontrava-se no aspecto do comércio internacional de especiarias. Este comércio baseava-se em trazer das Índias produtos para o consumo interno desses países e ainda comercializá-los com países próximos.
         Com a influência de D. Henrique e a Escola de Sagres, Portugal saiu na frente em enviar caravelas para tentar um caminho mais próximo das Índias e a conseqüente diminuição do trajeto de ida e volta. Com essa saída pelo mar ganhar-se-ia tempo de dinheiro.
         Com a crescente demanda de produtos para a população procurou-se também buscar novos mundos em que se pudesse explorar comercialmente essas terras.

Com a chegada dos portugueses, em terras brasileiras, em 1500 a visão do reinante português D. Manoel II e a premente questão de invasão do novo território por países da Europa surgiu a necessidade de povoar e colonizar a nova terra.
         A colonização do Brasil teve início em 1530 e passou por fases (ciclos) relacionadas à exploração, produção e comercialização de um determinado produto.
         Vale ressaltar que a colonização do Brasil não foi pacífica, pois teve como características principais a exploração territorial, uso de mão-de-obra escrava (indígena e africana), utilização de violência para conter movimentos sociais e apropriação de terras indígenas.
         A exploração a que se deu início, principalmente da mão de obra indígena, vale ressaltar que demorou–se muito para que os portugueses observassem a falta de habilidade e despreparo dos indígenas para tal atividade, principalmente porque a exploração do único produto, Pau Brasil, era feito a base de troca ou de transporte por escravos.
         É nessa época que o reinado de Portugal começa a se preocupar com a exploração não só do litoral brasileiro mas também em ocupar outras regiões mais avançadas do território.
         Sabedor dessa possibilidade o Rei manda ao Brasil o primeiro colonizador Martin Afonso de Souza para por ordens nas terras e fundar vilas. Fundou a primeira vila do Brasil: São Vicente com o único cunho de mostrar dominação e fincar raízes em terras portuguesas.
         Martin Afonso foi o primeiro a receber uma Capitania Hereditárias a partir da divisão do território em Capitânias Hereditárias. Este título equivale nos dias atuais a um de governador de estado. O poder concedido a um senhor de uma Capitânia Hereditária não tinha limites desde condenar ou prender habitantes nativos ou os próprios patrícios.

*Imagem - Martin Afonso de Souza
Pintura do francês Jean Ange Luciano de 1974.
(Fonte: http://pauliceias.blogspot.com.br/)
         Para entendermos melhor a construção de uma América portuguesa teremos que rever pontos de ocupação de outros territórios com cunho exclusivo de exploração comercial, visto que Portugal almejava o comércio de exploração para financiar seus custos com o comércio com as Índias. Já que, devido ao alto preço das especiarias no comércio europeu, havia uma grande vantagem de almejar lucros altíssimos com a possibilidade de descobertas de terras ricas em ouro ou com o comércio de produtos relacionados ao comércio propriamente dito.
         Viu-se a possibilidade de exploração do solo com o plantio de cana-de-açúcar que já havia dado certo em terras portuguesas no Oceano Atlântico.
         Os grandes conflitos enfrentados pela coroa portuguesa no território foi a falta de mão de obra para tocar o grande empreendimento que estava por ser almejado por Portugal.
         Não adiantaria investir grandes travessias pelo oceano se não houvesse recurso.
         A dominação da mão de obra indígena e suas recusas em não contribuir (os índios) foi uma das causas das primeiras tentativas de exploração escrava no território.


Portugal se viu acuado neste aspecto devido ao grande conhecimento dos índios das terras e conseqüente fuga para o interior do país levando, às vezes, a morte de diversas integrantes das esquadras portuguesas que se embreavam para capturar os índios e os trazer para o trabalho.
         Com a grande ascensão do comércio de açúcar na Europa, Portugal se viu obrigado a iniciar uma grande procurar por terras onde se pudesse explorar financeiramente o “ouro banco”.
         A partir dessa empreitada dos portugueses algumas nações viram-se acuadas quando ao comércio de bens e produtos e com isso viram com bons olhos a possibilidade de invasão de terras recém descobertas.
         Países como Holanda, França não se aquietaram até mandarem para os novos territórios expedições de cunho exploratório e com isso ameaçar o poderio de Portugal em territórios descobertos.
         Visando criar barreiras para que não fossem efetivas as ditas invasões Portugal resolver criar um novo sistema de governo que que houvesse um centralizador de todo o território conquistas a este novo método de governo chamou-se: Governo Geral.
         Com este novo sistema de governo Portugal visava uma resposta mais imediata aos seus anseios de bloquear as invasões de holandeses e franceses.
         Com o pensamento voltado ainda por não ter dado certo o domínio dos escravos a coroa portuguesa mudou de tática e, no intuito de querer justificar sua presença em território ameríndio, trouxe com o governador geral os primeiro catequizadores para as terras descobertas: os jesuítas.
         Como nos dias atuas em que a igreja tem sua dominação e incrustação em diversas ramificações do governo, Portugal tentava justificar sua presença com a benção de Deus.

*Imagem - Mercado de escravos
(Pintura de Johann Moritz Rugendas 1835)
(Fonte: http://pt.slideshare.net/marialuzinete/rugendas-e-debret-retratos-da-escravido-no-brasil)

Partindo do pressuposto que alguns historiadores confirmam que a verdadeira colonização do Brasil começou com a construção de engenhos de açúcar visando o comércio, podemos afirmar que a construção de uma América portuguesa tem seu início marcado por uma administração central e com a conseqüente retomada da mão de obra escrava mais precisamente com a utilização de escravos negros vindos de terras africanas.
  
*Imagem - América do Sul em 1650
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Colonização_do_Brasil)
         Muitos conflitos houveram de ser apaziguados e outros necessitaram de uso da força de fogo dos novos colonizados por moticos ora por tentativas de invasão ou por tentativa de fuga dos já chamados escravos das terras portuguesas.
  



*Imagem - Engenho de cana
pintura de Hercule Florence
(Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/lendo-a-lenda/a-aguardente-a-pinga-e-a-mais-idiota-das-lendas/)
         A partir do fato da conquista do crescimento do cultivo da cana-de-açúcar abriu-se a possibilidade de interiorização do território já que vislumbrou-se a possibilidade de ganhos com pedras preciosas e extrativismo de árvores nativas.
         Diversos problemas foram enfrentados como o não conhecimento das terras, doenças que não se conheciam e conflitos com os próprios índios em que resultaram dezenas de mortes dos chamados desbravadores do sertão.
         Com a descoberta de minerais como ouro e esmeralda o poderio ofensivo dos portugueses para o interior intensificou-se e houve o recuo cada vez maior dos índios e conseqüente morte de diversos desses.
         Com a colonização do Brasil pelos portugueses temos hoje uma sociedade baseada em costumes que herdamos dos nossos patrícios.
         A forma como foi desbravado o interior do país pelos portugueses influenciou na nossa realidade nos dias atuais.
         Um dos exemplos que podemos nos basear é a atual política judiciária nacional pois foi com Tomé de Souza que vieram os primeiros legisladores e policiais para o nosso território e com isso criou-se uma política judiciária que reflete até nossos dias. Nosso pensamento jurídico é ultrapassado, ainda fincado no raciocínio jurídico dos portugueses da antiguidade. Nossa cultura jurídica social é reativa e não preventiva.

         Portugal também nos deixou uma herança pouco desejada de sempre: mentiras, bajulação, descaso, cinismo, ineficiência, corrupção, egoísmo, interesses particulares em detrimento do interesse geral, péssimos critérios de justiça e de mérito.
         A partir da colonização e as futuras fundações de vilas no litoral, temos atualmente um grande aglomerado da população vivendo nesses lugares.
         A nossa herança de engenhos de cana-de-açúcar durou até meados do século passado e movimentou a economia de diversos estados brasileiros.
         Várias são as influências trazidas da colonização quer seja no âmbito financeiro, jurídico e arquitetônico que Portugal deixou como legado para o futuro.

Fontes:



Observação:* Não foi possível colocar as imagens.