Entre 1500 e 1530 a exploração da América portuguesa
restringiu-se à exploração de pau-Brasil. O método adotado foi a concessão:
aquele que explorava a madeira, chamado arrendatário, pagava à coroa um imposto
conhecido como quinto. Além disso, foram construídas feitorias fortificações
temporária para o estoque da madeira, e por meio do escambo, os índios serviam
como mão de obra. Desde seu início, a exploração da América portuguesa teve um
caráter basicamente predatório.
Em 1548 o governo da América Portuguesa foi
centralizado pelo Rei D. João III, com a nomeação
de um governador-geral, que passou a
superintender na totalidade das capitanias. Toda a América do sul Portuguesa
passou a constituir, então, uma única unidade administrativa, chamado Estado do Brasil.
Durante os séculos de colonização portuguesa no Brasil, modificou
se profundamente o modo de vida dos indígenas, alterou se o meio ambiente
criaria se novas relações sociais e econômicas. Apesar de o povoamento ter se concentrando
nas regiões litorâneas, os europeus avançaram pelo interior do território.
Esse avanço foi marcado por lutas, tanto pela posse de terra
quanto de riquezas naturais. Todo o litoral brasileiro sofreu impacto ambiental,
pois, os portugueses chegaram pelo Oceano, e habitaram lugares costeiros, como
regiões na Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, desmatando quase toda a vegetação
de Mata Atlântica ali presente. Chamamos de monocultura o tipo de exploração
agrícola que tem como base a produção de um único tipo de produto. Normalmente
ela está associada ao que chamamos de latifundiários, que são os donos de
grandes extensões de terras. As grandes propriedades da colônia viviam da prática
da monocultura, e se voltavam para a prática do mercado externo, utilizando de mão-de-obra
escrava para poder suprir a demanda. Essa mão de obra era inicialmente
indígena, vindo a ser trocada pelos negros africanos posteriormente.
Autora: Joana D'Arc Santos da Silva 3ºAno
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